Uma ave em chamas, desenhada com estrelas, governa o sul do céu chinês, ligada ao fogo, ao verão e ao auge da força vital. Muita gente confunde essa criatura com a fênix chinesa, mas elas são completamente diferentes: essa é especificamente a guardiã astronômica do sul, parte de um sistema cósmico inteiro que protege as quatro direções do mundo, junto com um dragão, um tigre e uma tartaruga.
Ave celeste flamejante que rege o Sul, o elemento Fogo, o verão e a cor vermelha. Terceiro dos Quatro Símbolos, é guardião de sete mansões lunares; embora afim da fênix (fenghuang), é figura distinta, ligada especificamente ao fogo e ao quadrante meridional do céu.
No corpus folclórico e mitológico compilado pelo Codex Monstrorum, a criatura Zhuque ocupa uma posição representativa na imaginação simbólica de sua civilização de origem. Suas narrativas articulam temores humanos fundamentais, tensões com a natureza desconhecida e códigos de conduta social expressos sob a forma do bestiário fantástico.