Corpo de leão, uma segunda cabeça de cabra crescendo nas costas, cauda de serpente e um sopro capaz de cuspir fogo. Esse monstro impossível devastava uma região inteira até que um herói montado num cavalo alado mergulhou do céu e enfiou chumbo derretido garganta abaixo da besta. Hoje a palavra que nomeia esse monstro também significa qualquer sonho impossível demais para ser real.
Monstro híbrido que sopra fogo, com corpo de leão, uma segunda cabeça de cabra erguendo-se do dorso e cauda de serpente. Devasta a Lícia até ser morta pelo herói Belerofonte, montado em Pégaso.
No corpus folclórico e mitológico compilado pelo Codex Monstrorum, a criatura Quimera ocupa uma posição representativa na imaginação simbólica de sua civilização de origem. Suas narrativas articulam temores humanos fundamentais, tensões com a natureza desconhecida e códigos de conduta social expressos sob a forma do bestiário fantástico.