Uma única pena dessa ave mágica brilha tanto, como se fosse fogo puro, que vale um reino inteiro. Um czar russo manda seu filho numa missão quase impossível: capturar essa ave que vinha roubando as maçãs douradas do jardim real todas as noites. O herói parte numa jornada cheia de provações, ajudado por um lobo cinzento mágico, descobrindo aos poucos que a beleza daquela pena também carrega uma maldição.
Ave mágica e deslumbrante cuja plumagem brilha como fogo (laranja, dourada, vermelha), iluminando a noite e irradiando calor. Uma só de suas penas vale um reino; o herói é enviado a capturá-la, e ela é ao mesmo tempo bênção e maldição para quem a possui.
No corpus folclórico e mitológico compilado pelo Codex Monstrorum, a criatura Pássaro de Fogo ocupa uma posição representativa na imaginação simbólica de sua civilização de origem. Suas narrativas articulam temores humanos fundamentais, tensões com a natureza desconhecida e códigos de conduta social expressos sob a forma do bestiário fantástico.