Quando uma princesa foi raptada por um rei demônio, o herói que precisava resgatá-la não tinha exército nenhum. Foi quando ele se aliou a um povo inteiro de seres meio humanos, meio macacos, organizados como uma sociedade real na floresta. O general desse exército, filho do próprio deus do vento, capaz de voar e mudar de tamanho à vontade, se tornaria um dos deuses mais amados de toda a Índia, símbolo absoluto de lealdade e devoção.
Seres meio humanos, meio macacos, dotados de fala, inteligência, valor e poderes sobrenaturais. Vivem em reinos próprios na floresta, organizados como sociedade, e destacam-se pela força, agilidade e devoção.
No corpus folclórico e mitológico compilado pelo Codex Monstrorum, a criatura Vanara ocupa uma posição representativa na imaginação simbólica de sua civilização de origem. Suas narrativas articulam temores humanos fundamentais, tensões com a natureza desconhecida e códigos de conduta social expressos sob a forma do bestiário fantástico.