Um xamã malaio cria um pequeno espírito infantil a partir do feto de uma criança morta, num ritual de magia negra, pra usar como ladrão noturno de dinheiro e objetos de valor. Famílias se protegem colocando agulhas perto de bens preciosos, porque acredita-se que essa criatura tem medo mortal de objetos pontiagudos. Mas o dono também tem obrigações: precisa alimentá-lo regularmente com sangue ou doces, ou perde o controle sobre ele.
Espírito infantil pequeno e travesso, criado por um bomoh ou dukun (xamã) a partir do feto de uma criança morta através de ritual de magia negra, usado por seu dono para roubar dinheiro ou objetos de valor de outras pessoas durante a noite.
No corpus folclórico e mitológico compilado pelo Codex Monstrorum, a criatura Toyol ocupa uma posição representativa na imaginação simbólica de sua civilização de origem. Suas narrativas articulam temores humanos fundamentais, tensões com a natureza desconhecida e códigos de conduta social expressos sob a forma do bestiário fantástico.