Corpo enorme de lagarto, sete cabeças de cachorro saindo de uma vez: parece o monstro mais aterrorizante imaginável. Mas, surpreendentemente, ele é manso e lento, e passa o tempo guardando frutas silvestres e tesouros escondidos em cavernas. Ele é o mais velho dos sete filhos monstruosos da mitologia guarani, e o único protegido diretamente por um deus que o tornou inofensivo de propósito.
Ser de corpo enorme de lagarto e sete cabeças de cão (em outras versões, uma só cabeça canina com olhos flamejantes); apesar do aspecto medonho, é manso e lento. Guarda as frutas silvestres e os tesouros escondidos em grutas.
No corpus folclórico e mitológico compilado pelo Codex Monstrorum, a criatura Teju Jagua ocupa uma posição representativa na imaginação simbólica de sua civilização de origem. Suas narrativas articulam temores humanos fundamentais, tensões com a natureza desconhecida e códigos de conduta social expressos sob a forma do bestiário fantástico.