Numa Londres vitoriana mal iluminada, uma figura de aparência diabólica começou a atacar transeuntes à noite, sobretudo mulheres, com garras metálicas geladas e um sopro de chamas azuis. O mais perturbador era a fuga: ele dava saltos sobre-humanos por cima de muros e telhados, impossível de alcançar. Especulou-se que fosse um nobre excêntrico, mas a verdade nunca foi confirmada, e o pânico se espalhou por toda a cidade através dos jornais sensacionalistas.
Figura masculina de aparência diabólica que atacava transeuntes — sobretudo mulheres — à noite, com garras metálicas frias e bafo de chamas azuis, e fugia dando saltos sobre-humanos sobre muros e telhados. Vestia capa negra e olhos que brilhavam como brasa.
No corpus folclórico e mitológico compilado pelo Codex Monstrorum, a criatura Spring-heeled Jack ocupa uma posição representativa na imaginação simbólica de sua civilização de origem. Suas narrativas articulam temores humanos fundamentais, tensões com a natureza desconhecida e códigos de conduta social expressos sob a forma do bestiário fantástico.