Um cavalo de oito patas, cinzento e mais veloz que qualquer outro, consegue cavalgar pelo ar, sobre o mar e até atravessar pra dentro do próprio reino dos mortos. Ele é a montaria pessoal de Odin, o deus mais poderoso da mitologia nórdica. Mas sua origem é bizarra demais pra esquecer: ele nasceu de Loki, o deus mentiroso, que se transformou em égua só pra concebê-lo com um garanhão durante uma armação completamente diferente.
Corcel cinzento de oito patas, o mais veloz e melhor de todos os cavalos, capaz de cavalgar pelo ar, sobre o mar e entre os mundos, inclusive até Hel, o reino dos mortos. É a montaria de Odin, símbolo de velocidade sobrenatural e de travessia entre os planos.
No corpus folclórico e mitológico compilado pelo Codex Monstrorum, a criatura Sleipnir ocupa uma posição representativa na imaginação simbólica de sua civilização de origem. Suas narrativas articulam temores humanos fundamentais, tensões com a natureza desconhecida e códigos de conduta social expressos sob a forma do bestiário fantástico.