Cabeça de texugo, juba de leão, pés humanos: um naturalista inglês do século dezessete descreveu essa criatura bizarra como se fosse um animal real, alimentando-se exclusivamente de cadáveres recém-enterrados. Na verdade, ela nasceu de relatos distorcidos de viajantes sobre a fauna de regiões pouco conhecidas, um exemplo perfeito de como um simples telefone sem fio cultural conseguia criar monstros inteiros do nada.
Criatura híbrida descrita com cabeça humanoide ou de texugo, orelhas humanas, juba de leão, corpo de urso ou texugo e pés humanos, que se alimentaria exclusivamente de cadáveres recém-enterrados — escavando túmulos à noite.
No corpus folclórico e mitológico compilado pelo Codex Monstrorum, a criatura Rompo ocupa uma posição representativa na imaginação simbólica de sua civilização de origem. Suas narrativas articulam temores humanos fundamentais, tensões com a natureza desconhecida e códigos de conduta social expressos sob a forma do bestiário fantástico.