Um cão gigante quase sem pelo, com pequenos tufos só nas patas, boca e cauda, causa convulsões e pânico instantâneo em quem o avista. Mas existe uma única defesa eficaz contra ele: gritar seu próprio nome em voz alta, fazendo-o fugir na hora. Essa criatura está intimamente ligada a um fenômeno real documentado por exploradores: episódios súbitos de pânico e comportamento dissociativo conhecidos como "histeria ártica".
Criatura grande e quase sem pelo, semelhante a um cão gigante, exceto por tufos de pelo nas patas, boca e ponta da cauda; provoca convulsões ou ataques de medo ("piblokto") em pessoas e cães que a avistam, mas foge se for chamada por seu próprio nome.
No corpus folclórico e mitológico compilado pelo Codex Monstrorum, a criatura Qiqirn ocupa uma posição representativa na imaginação simbólica de sua civilização de origem. Suas narrativas articulam temores humanos fundamentais, tensões com a natureza desconhecida e códigos de conduta social expressos sob a forma do bestiário fantástico.