Você sente o perfume doce de uma flor antes de ouvir o choro de um bebê na escuridão. É aí que você sabe: é tarde demais. Essa é uma mulher que morreu durante o parto, transformada num fantasma de beleza enganosa que esconde um rosto horrendo por baixo. Diz a lenda que existe um único jeito de fazer essa vingança parar: cravar um único prego bem na nuca dela.
Fantasma vingativo de uma mulher que morreu durante a gravidez ou o parto. Aparece como mulher pálida de longos cabelos negros e vestido branco, de beleza enganosa que esconde um rosto horrendo. Anuncia-se por um choro de bebê e pelo perfume de frangipani.
No corpus folclórico e mitológico compilado pelo Codex Monstrorum, a criatura Pontianak ocupa uma posição representativa na imaginação simbólica de sua civilização de origem. Suas narrativas articulam temores humanos fundamentais, tensões com a natureza desconhecida e códigos de conduta social expressos sob a forma do bestiário fantástico.