Ele é o rei dos demônios do vento, trazendo seca no verão e tempestade nas chuvas, com cabeça de cachorro ou de leão, garras de águia e cauda de escorpião. Parece pura maldade, mas a verdade é mais estranha: ele era pendurado em amuletos dentro de casas, principalmente por mulheres grávidas, pra afastar uma ameaça ainda pior, uma demônia que matava recém-nascidos. Combatiam um mal com outro mal ainda maior.
Rei dos demônios do vento, filho de Hanbi, senhor dos ventos sudoeste que traziam seca no verão e tempestade na estação das chuvas. Tem corpo humanoide, cabeça canina ou leonina, chifres, garras de ave de rapina, duas pares de asas e cauda de escorpião.
No corpus folclórico e mitológico compilado pelo Codex Monstrorum, a criatura Pazuzu ocupa uma posição representativa na imaginação simbólica de sua civilização de origem. Suas narrativas articulam temores humanos fundamentais, tensões com a natureza desconhecida e códigos de conduta social expressos sob a forma do bestiário fantástico.