No celeiro onde grãos eram secados sobre fogo aceso, um espírito vivia escondido: às vezes um gato preto enorme de olhos brilhantes, às vezes um velho peludo coberto de fuligem. Ele protegia a colheita inteira, mas, se irritado, podia simplesmente incendiar o celeiro inteiro, queimando tudo e todos os descuidados que estivessem por perto na hora errada.
Espírito que habita o ovin, o celeiro onde se secavam e debulhavam os grãos com fogo. Descrito como gato preto enorme de olhos brilhantes ou velho peludo coberto de fuligem, é ambivalente: protege a colheita, mas, irritado, pode incendiar o celeiro e queimar os descuidados.
No corpus folclórico e mitológico compilado pelo Codex Monstrorum, a criatura Ovinnik ocupa uma posição representativa na imaginação simbólica de sua civilização de origem. Suas narrativas articulam temores humanos fundamentais, tensões com a natureza desconhecida e códigos de conduta social expressos sob a forma do bestiário fantástico.