Ele parece uma pessoa qualquer da sua própria comunidade, vivendo o dia normalmente, sem chamar atenção. Mas à noite, a alma dele sai do corpo, emitindo luz como um vagalume, voando até plantações e crianças pra sugar seiva e sangue, murchando colheitas inteiras. Os únicos sinais que entregam sua identidade são sutis: olhos inquietos e brilhantes, e uma obsessão estranha por carne.
Feiticeiro vivo, de aparência comum, cuja alma sai à noite emitindo luz (como um vagalume) para sugar o sangue de crianças e a seiva das plantações, murchando colheitas. De dia, é uma pessoa qualquer da comunidade.
No corpus folclórico e mitológico compilado pelo Codex Monstrorum, a criatura Obayifo ocupa uma posição representativa na imaginação simbólica de sua civilização de origem. Suas narrativas articulam temores humanos fundamentais, tensões com a natureza desconhecida e códigos de conduta social expressos sob a forma do bestiário fantástico.