Numa noite de lua cheia, uma jovem de pele clara e vestido verde tradicional aparece flutuando ao lado de uma bananeira tailandesa. Ela pode ser gentil, abençoando quem respeita a árvore onde mora, ou perigosa, perseguindo homens infiéis ou maldosos. Até hoje, em templos e aldeias da Tailândia, fitas coloridas são amarradas em troncos de bananeiras como sinal de reverência a essas mulheres-árvore.
Espírito de uma jovem bela, de pele clara e vestido verde tradicional, que habita o tufo de bananeiras-tani. Aparece à noite, sobretudo em noites de lua cheia, flutuando ou pairando junto à árvore; pode ser benévola ou vingativa.
No corpus folclórico e mitológico compilado pelo Codex Monstrorum, a criatura Nang Tani ocupa uma posição representativa na imaginação simbólica de sua civilização de origem. Suas narrativas articulam temores humanos fundamentais, tensões com a natureza desconhecida e códigos de conduta social expressos sob a forma do bestiário fantástico.