Moradores da costa da Tanzânia relatavam ataques fatais bem diferentes dos de um leopardo comum: feridas inconsistentes, tamanho descomunal, pelagem acinzentada em vez de manchada. Um administrador colonial britânico documentou múltiplos casos no início do século vinte, mas nenhum espécime foi jamais capturado. Até hoje, ninguém sabe se era um leopardo com mutação genética rara, ou algo que a ciência simplesmente nunca conseguiu explicar.
Felino gigante semelhante a um leopardo, mas de pelagem acinzentada e tamanho descrito como muito maior que qualquer felino conhecido da região; populações locais relatavam ataques fatais atribuídos à criatura, distinguindo-a explicitamente de leopardos comuns.
No corpus folclórico e mitológico compilado pelo Codex Monstrorum, a criatura Mngwa ocupa uma posição representativa na imaginação simbólica de sua civilização de origem. Suas narrativas articulam temores humanos fundamentais, tensões com a natureza desconhecida e códigos de conduta social expressos sob a forma do bestiário fantástico.