Um homem volta da guerra pra casa, feliz por reencontrar a esposa e o filho recém-nascido. O que ele não sabe é que os dois morreram durante o parto enquanto ele estava fora, e que sua família, na verdade, são fantasmas vivendo como se nada tivesse acontecido. A verdade só vem à tona quando a esposa, sem perceber, estica o braço de um jeito impossível pra pegar um limão que caiu pelo vão do assoalho.
Espírito de uma jovem esposa, Nak, que morreu no parto enquanto o marido, Mak, estava na guerra. Por amor, recusa-se a partir: continua a viver na casa como se estivesse viva, cuidando do lar e do filho, à espera do retorno do esposo.
No corpus folclórico e mitológico compilado pelo Codex Monstrorum, a criatura Mae Nak ocupa uma posição representativa na imaginação simbólica de sua civilização de origem. Suas narrativas articulam temores humanos fundamentais, tensões com a natureza desconhecida e códigos de conduta social expressos sob a forma do bestiário fantástico.