Em 1972, dois policiais americanos relataram, separadamente, ter visto uma criatura bípede de mais de um metro, com cabeça e rosto de rã, parada à beira de um rio em Ohio. Um dos policiais jurava ter visto algo segurando uma espécie de varinha que soltava faíscas. Anos depois, ele admitiu que talvez tivesse confundido a criatura com um simples lagarto fugido de algum lugar, mas a lenda já tinha tomado vida própria pra sempre.
Ser bípede de cerca de 1,2 metro, com cabeça e rosto de rã (ou lagarto), pele coriácea esverdeada, membranas e olhos grandes, visto agachado ou de pé junto ao rio Little Miami. No relato de 1955, segurava uma 'varinha' que emitia faíscas.
No corpus folclórico e mitológico compilado pelo Codex Monstrorum, a criatura Sapo de Loveland ocupa uma posição representativa na imaginação simbólica de sua civilização de origem. Suas narrativas articulam temores humanos fundamentais, tensões com a natureza desconhecida e códigos de conduta social expressos sob a forma do bestiário fantástico.