De dia, ela é só mais uma pessoa comum na vila balinesa, ninguém suspeitaria de nada. À noite, a cabeça se separa completamente do corpo, levando o coração, os pulmões e o fígado pendurados embaixo, e voa em busca de sangue, principalmente de recém-nascidos. Ela serve diretamente à rainha das bruxas, e seu treinamento secreto culmina, segundo a lenda, em poder sobre a própria vida e morte.
Praticante de magia negra que à noite se transforma em cabeça flutuante com vísceras pendentes — coração, pulmões e fígado arrastando-se sob a cabeça decepada. Voa em busca de sangue, sobretudo de recém-nascidos e parturientes.
No corpus folclórico e mitológico compilado pelo Codex Monstrorum, a criatura Leyak ocupa uma posição representativa na imaginação simbólica de sua civilização de origem. Suas narrativas articulam temores humanos fundamentais, tensões com a natureza desconhecida e códigos de conduta social expressos sob a forma do bestiário fantástico.