Metade humana, metade ave, ela foi capturada por um caçador e entregue como esposa a um príncipe, numa história de amor que quase termina em tragédia: intrigas no palácio quase a levam à morte, e ela precisa fugir de volta pro reino celestial das suas. O príncipe parte numa jornada longa e cheia de provações só pra reencontrá-la. Essa lenda é tão popular na Tailândia que ainda hoje inspira danças e peças de teatro inteiras.
Criaturas de metade superior humana e metade inferior de ave (ou com asas e cauda de cisne), célebres como músicos e dançarinos celestes e como símbolos do amor fiel e eterno. Habitam a mítica floresta do Himalaia.
No corpus folclórico e mitológico compilado pelo Codex Monstrorum, a criatura Kinnari ocupa uma posição representativa na imaginação simbólica de sua civilização de origem. Suas narrativas articulam temores humanos fundamentais, tensões com a natureza desconhecida e códigos de conduta social expressos sob a forma do bestiário fantástico.