Pequeno demais pra ser real, com apenas dez a quinze centímetros, esse ser humanoide tem presas longas, cabelo comprido e unhas afiadas. Curandeiros indonésios o apresentavam como uma criatura viva capturada, que se alimentava de sangue humano fornecido pelo próprio dono. Investigações forenses depois revelaram que muitos desses espécimes eram, na verdade, fabricados artesanalmente com ossos de peixe e cabelo humano costurados.
Pequeno ser humanoide de 10 a 15 cm, com presas longas, cabelo comprido e unhas afiadas, apresentado por curandeiros (dukun) como criatura viva capturada ou espírito vampírico que se alimenta de sangue humano, geralmente fornecido por seu "dono".
No corpus folclórico e mitológico compilado pelo Codex Monstrorum, a criatura Jenglot ocupa uma posição representativa na imaginação simbólica de sua civilização de origem. Suas narrativas articulam temores humanos fundamentais, tensões com a natureza desconhecida e códigos de conduta social expressos sob a forma do bestiário fantástico.