Uma serpente gigante com chifres de cervo carrega na testa um cristal brilhante, fonte de poder mágico imenso. Guerreiros cherokee corajosos tentavam matá-la só pra roubar essa joia, mas a tentativa era extremamente perigosa: o veneno e o poder da criatura podiam destruir aldeias inteiras. Esse cristal representa um tema universal poderoso, o conhecimento valioso demais que só pode ser conquistado através de um risco quase impossível de aceitar.
Serpente gigante e poderosa, frequentemente com chifres de cervo na cabeça e uma joia ou cristal brilhante (frequentemente chamado Ulun'suti na tradição cherokee) na testa, que habita rios profundos, lagos e cavernas subterrâneas, controlando tempestades e águas.
No corpus folclórico e mitológico compilado pelo Codex Monstrorum, a criatura Serpente Chifruda ocupa uma posição representativa na imaginação simbólica de sua civilização de origem. Suas narrativas articulam temores humanos fundamentais, tensões com a natureza desconhecida e códigos de conduta social expressos sob a forma do bestiário fantástico.