Esse espectro consegue assumir mil formas diferentes, mas sempre esconde um detalhe que entrega sua verdadeira natureza: uma perna de bronze e outra de jumento. Um filósofo grego famoso ficou tão desconfiado de uma jovem noiva belíssima que decidiu desmascará-la publicamente, no meio do próprio casamento, revelando que aquilo nunca tinha sido uma mulher, era essa criatura disfarçada, prestes a devorar o noivo.
Espectro metamorfo do séquito de Hécate, capaz de assumir mil formas. Em geral descrita com uma perna de bronze e outra de asno, rosto flamejante e apetite por carne e sangue humanos, sobretudo de viajantes e jovens.
No corpus folclórico e mitológico compilado pelo Codex Monstrorum, a criatura Empusa ocupa uma posição representativa na imaginação simbólica de sua civilização de origem. Suas narrativas articulam temores humanos fundamentais, tensões com a natureza desconhecida e códigos de conduta social expressos sob a forma do bestiário fantástico.