Em 1977, em Dover, Massachusetts, vários adolescentes diferentes, em locais e horários distintos, descreveram exatamente a mesma criatura: cabeça enorme e alongada, pele lisa cor de pêssego, olhos gigantes que brilhavam no escuro, corpo magérrimo demais pra parecer real. Os testemunhos batiam perfeitamente entre si, mas ninguém nunca conseguiu explicar de forma definitiva o que aquilo realmente era.
Pequena criatura humanoide, de pele lisa cor de pêssego ou rosada, cabeça desproporcionalmente grande e alongada, olhos enormes e brilhantes (laranja ou verdes), corpo magérrimo e membros finos com dedos longos; sem nariz, boca ou orelhas evidentes.
No corpus folclórico e mitológico compilado pelo Codex Monstrorum, a criatura Dover Demon ocupa uma posição representativa na imaginação simbólica de sua civilização de origem. Suas narrativas articulam temores humanos fundamentais, tensões com a natureza desconhecida e códigos de conduta social expressos sob a forma do bestiário fantástico.