Eles foram criados de fogo sem fumaça, são invisíveis aos nossos olhos e, ao contrário do que muita gente pensa, não são nem anjos nem demônios. Têm livre-arbítrio, podem escolher entre o bem e o mal, e vivem em sociedades próprias, paralelas à nossa. A imagem do gênio preso numa lâmpada, pronto pra realizar desejos, é só uma versão bem domesticada de algo muito mais complexo.
Seres criados do fogo sem fumaça, invisíveis aos humanos, dotados de livre-arbítrio: podem ser crentes ou descrentes, benévolos ou maléficos. Vivem em sociedades próprias e podem assumir formas e influenciar os homens.
No corpus folclórico e mitológico compilado pelo Codex Monstrorum, a criatura Djinn ocupa uma posição representativa na imaginação simbólica de sua civilização de origem. Suas narrativas articulam temores humanos fundamentais, tensões com a natureza desconhecida e códigos de conduta social expressos sob a forma do bestiário fantástico.