Imagine um redemoinho tão violento que engole o mar inteiro três vezes por dia e o cospe de volta, afundando qualquer navio que chegue perto. Um herói grego, depois de perder seu barco bem ali, sobreviveu agarrado a uma árvore pendurada sobre o próprio redemoinho, esperando o momento certo pra escapar. Até hoje usamos essa história pra descrever uma escolha sem nenhuma saída boa.
Redemoinho monstruoso que, três vezes ao dia, suga as águas do mar e as vomita de volta, destruindo qualquer navio que se aproxime. Personificada como filha de Posídon e Gaia, punida por Zeus e lançada ao mar.
No corpus folclórico e mitológico compilado pelo Codex Monstrorum, a criatura Caríbdis ocupa uma posição representativa na imaginação simbólica de sua civilização de origem. Suas narrativas articulam temores humanos fundamentais, tensões com a natureza desconhecida e códigos de conduta social expressos sob a forma do bestiário fantástico.