Metade homem, metade cavalo: a maioria desses seres era selvagem, violenta e dada à bebedeira, mas um deles era completamente diferente. Sábio, gentil e paciente, ele se tornou professor dos maiores heróis gregos, incluindo Aquiles. A diferença entre esse mestre e os outros centauros mostra como uma mesma criatura pode representar, ao mesmo tempo, o melhor e o pior da natureza selvagem.
Ser híbrido de torso e cabeça humanos sobre corpo de cavalo. Em geral selvagem, dado ao vinho e à violência, mas com exceções notáveis como Quíron, mestre sábio e justo, e Folo, o hospitaleiro.
No corpus folclórico e mitológico compilado pelo Codex Monstrorum, a criatura Centauro ocupa uma posição representativa na imaginação simbólica de sua civilização de origem. Suas narrativas articulam temores humanos fundamentais, tensões com a natureza desconhecida e códigos de conduta social expressos sob a forma do bestiário fantástico.