No coração mais profundo e indomável da selva africana, vivem seres antropófagos cobertos de capim em vez de pelos, com uma boca capaz de abrir o bastante pra engolir uma pessoa inteira. Eles guardam tesouros escondidos, e em épicos tradicionais inteiros, heróis precisam enfrentá-los diretamente, não só por coragem, mas pela riqueza guardada do outro lado daquele perigo.
Seres antropófagos que habitam o coração da selva, descritos como anões cobertos de capim em vez de pelos, com garras, olhos brasa e uma boca que se abre o bastante para engolir um humano inteiro. Guardam tesouros e devoram intrusos.
No corpus folclórico e mitológico compilado pelo Codex Monstrorum, a criatura Biloko ocupa uma posição representativa na imaginação simbólica de sua civilização de origem. Suas narrativas articulam temores humanos fundamentais, tensões com a natureza desconhecida e códigos de conduta social expressos sob a forma do bestiário fantástico.