Um tigre inteiro desenhado com estrelas governa o oeste do céu chinês, ligado à guerra, à morte e à estação das colheitas. Diz a lenda que um tigre comum, ao viver quinhentos anos, ganha pelagem completamente branca, tornando-se essa fera celeste. Apesar de temível, ele também protege seu quadrante do céu contra maus espíritos, sendo perigoso e protetor ao mesmo tempo.
Tigre celeste que rege o Oeste, o elemento Metal, o outono e a cor branca. Segundo dos Quatro Símbolos, é guardião de sete das vinte e oito mansões lunares e associado à guerra, à morte e à estação das colheitas e das execuções.
No corpus folclórico e mitológico compilado pelo Codex Monstrorum, a criatura Baihu ocupa uma posição representativa na imaginação simbólica de sua civilização de origem. Suas narrativas articulam temores humanos fundamentais, tensões com a natureza desconhecida e códigos de conduta social expressos sob a forma do bestiário fantástico.