Pequeno como uma criança, esse espírito maia protege plantações inteiras na floresta, e agricultores o tratam com muito cuidado: constroem pequenas casas de pedra nas bordas das fazendas, e deixam comida e bebida regularmente como oferenda. Tratado com respeito, ele ajuda na colheita. Desrespeitado, prega peças maliciosas em quem invade seu território. Quando a colheita termina, a casinha às vezes é selada, só pra garantir que o espírito fique contido lá dentro.
Pequeno ser semelhante a um duende, do tamanho de uma criança, que protege milpas (plantações) e florestas; pode ajudar agricultores que o tratam com respeito ou pregar peças travessas e maliciosas em quem invade seu território sem permissão.
No corpus folclórico e mitológico compilado pelo Codex Monstrorum, a criatura Alux ocupa uma posição representativa na imaginação simbólica de sua civilização de origem. Suas narrativas articulam temores humanos fundamentais, tensões com a natureza desconhecida e códigos de conduta social expressos sob a forma do bestiário fantástico.