Nas águas escuras do delta de um rio na Geórgia, americanos relatam, há décadas, uma criatura serpentiforme de até nove metros, com focinho de jacaré e nadadeiras estranhas, nadando em ondulações verticais como um mamífero marinho, não como um peixe comum. Esse conhecimento, originalmente indígena, virou o "monstro de rio" mais famoso da costa americana, com avistamentos modernos mantendo a lenda viva até hoje.
Criatura serpentiforme ou de aspecto de sturião gigante, com 6 a 9 metros, focinho de crocodilo ou esturjão, nadadeiras frontais, dorso cinza e ventre claro; nada em ondulações verticais (como um mamífero marinho) nas águas escuras do delta do Altamaha.
No corpus folclórico e mitológico compilado pelo Codex Monstrorum, a criatura Altamaha-ha ocupa uma posição representativa na imaginação simbólica de sua civilização de origem. Suas narrativas articulam temores humanos fundamentais, tensões com a natureza desconhecida e códigos de conduta social expressos sob a forma do bestiário fantástico.