Corpo de ave, cabeça de mulher, e um canto tão belo que quem o ouve esquece absolutamente tudo o que sabia sobre o mundo. Essa criatura russa traz alegria celeste por onde passa, em contraste direto com sua irmã de canto melancólico. Diz a lenda que ela põe seus ovos no mar, bem no solstício de inverno, e que durante os dias em que isso acontece, o próprio oceano fica milagrosamente calmo.
Criatura com corpo de ave e cabeça (e por vezes busto) de mulher, de canto tão belo e arrebatador que quem o ouve esquece tudo o que conhece. Habita o paraíso ou as margens do rio, e seu canto traz alegria celeste — em contraste com a tristeza da Sirin.
No corpus folclórico e mitológico compilado pelo Codex Monstrorum, a criatura Alkonost ocupa uma posição representativa na imaginação simbólica de sua civilização de origem. Suas narrativas articulam temores humanos fundamentais, tensões com a natureza desconhecida e códigos de conduta social expressos sob a forma do bestiário fantástico.