Um vagalume comum entra voando pela janela de uma casa à noite, sem que ninguém suspeite de nada. Mas se for capturado, esse pequeno inseto se transforma instantaneamente numa criatura humanoide monstruosa, muito mais perigosa do que parecia. Antes da captura, ele suga o sangue de crianças adormecidas, espalhando doença sem que ninguém perceba de onde vinha o mal de verdade.
Ser que voa em forma de vagalume e, assim, entra nas casas para sugar o sangue de pessoas adormecidas, sobretudo crianças, espalhando doença. Capturado, assume forma humana monstruosa e torna-se muito mais perigoso.
No corpus folclórico e mitológico compilado pelo Codex Monstrorum, a criatura Adze ocupa uma posição representativa na imaginação simbólica de sua civilização de origem. Suas narrativas articulam temores humanos fundamentais, tensões com a natureza desconhecida e códigos de conduta social expressos sob a forma do bestiário fantástico.